parabéns...
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e já lá vão 24 aninhos aqui pra menina....
este aniversário vai ser comemorado com um passeio até aljezur com a minha
cara metade. e pra semana há jantara...
Ser chefe é... # 1
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Irem pregar a palavra do Senhor à nossa porta e só termos tempo para brincar
dizendo "estava a olhar para o meu decote?", quando havia tanto mais para
ex...
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Amanhã, sexta-feira, irei organizar um jantar familiar. Mas constou-me que
existe uma certa pessoa - que se calhar todos vocês irão adivinhar - que é
supe...
It's a boy!!!!!!
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E parece que a timidez lhe passou, na eco a primeira coisa que se viu foi
logo a piroca!!!!
Dizem as más línguas que é maior do que a do tio...
*A ouvir...
Preocupação
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O benfas voltou a perder…. Aqui fica a minha solideriedade com todas as
esposas desses seres trolhólampiones que voltaram a levar porrada a seguir
aos jogo...
bubbles.
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perco-me vezes sem conta a olhar para coisas [in]significantes. os meus olhos são mais de criança do que os de muitos dos meus miúdos que, ano após ano, me c...
Desafio dos 10 metros...
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Acabei de ler aqui:
“There are at least 10 great pictures within 10 meters of you right now.”
E não é que é capaz de ser verdade?
Por isso lanço um desa...
merci cc
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fin. Début. fin. Hier soir, à la chorale, j'ai appris une berceuse russe.
Tourne la Grande Ourse
Tourne la petite Ourse,
il n'est pas de nuit sans matin,...
Anda a circular na net um mail, atribuído a António Feio, sobre uma troca de medicamentos numa farmácia. Não vou aqui discutir se a culpa é da letra do médico, se do farmacêutico, apenas deixar um conselho... Leiam as bulas - sim, o papelinho que vem dentro da caixa do medicamento - e expliquem sempre ao farmacêutico porque é que o medicamento vos foi receitado. Confirmem também a posologia, isto é, de quanto em quanto deve ser tomado e quantos dias.
Podem argumentar que a bula parece chinês. Às vezes, mas nem sempre... De qualquer das formas, leiam-na. Assim podem detectar eventuais erros com os medicamentos que vos foram vendidos e também estar mais atentos a sintomas que iriam desvalorizar mas que podem ser efeito secundário do fármaco e mesmo obrigar à suspensão da terapêutica. Não aconselhável a hipocondríacos, logicamente...
Ontem, depois de sair de casa pouco depois das 8, como de costume, volto a casa às 14 e qq coisa. Uma subida rápida para dar um beijo à Nana etc e tal, para sair de novo, planeando voltar às 6 e qq coisa.
Aqui o prédio tem dois elevadores: o normal e o de "recurso", isto é, o que funciona sempre e o que só vem se o "normal" estiver ocupado. Carrego no botão de chamada e fico tipo bronca a olhar para os números em cima (aqueles que indicam em que andar o elevador está e cuja existência eu só detectei há coisa de um mês) porque os desgraçados não acendiam. Estragada a cena dos números, pensei. Mas não. Vinha lá o de recurso. Ok, o normal avariou outra vez, vem o substituto.
Diga-se de passagem que eu estava à rasquinha para ir à wc.
Entro no elevador "de recurso", o dito cujo começa a subir, abranda, "tu queres que esta merda pára", parou, "ai o caraças e eu à rasca para ir à wc" e de repente... O dito cujo começou a descer.
Sim, a descer.
E o que é que aqui a M faz? Grita? Esperneia? Carrega no botão de alarme?
Naaaaa!
Nada, meus caros. Nadinha. Impávida e serena, até que aquilo parou e, sorte das sortes, calhou mesmo no 2º andar, a porta dava para abrir e eu segui. A pé, claro. E escusado será dizer que 10 minutos depois, quando voltei a sair, fui a pé também.
Estar no hospital não é fácil. São as doenças, sim, as feridas que se vêem (e que mais tarde se pensa "como é que eu não fiquei mal disposta a ver aquilo"), as feridas que não se vêem. É tudo aquilo que lidamos com a capa impermeável qb para sorrir ao doente que temos à frente e ao que vemos a seguir, é olhar para rua a tentar imaginar como seria a Srª X, praticamente careca, quando nos fala dos cachos ruivos dos 20 anos e de repente os olhos focarem-se numa planta lá fora e pensar que, apesar de tudo, a vida consegue ser bonita. É perceber que as defesas se erguem não só pela miséria que se vê, mas por os doentes serem pessoas como nós. E que podíamos ser nós ou os nossos ali. É ficar estranha e de olhos tristes à noite, às vezes, quando a capa cai e as imagens do dia se focam muito, muito atrás da retina. É sorrir ao pensar no doente emocionado com o carinho que recebeu de nós.
Às vezes, por breves momentos, as forças falham. Pela responsabilidade, dificuldade, sacrifício, empenho, dedicação e ritmo que são necessários. Pelo medo de falhar. Pelos erros, agora ainda só ditos, que nos ficam a ecoar no canto da culpa, a incerteza, a falta de confiança. Cai-se num buraco. Não há nada, nada mesmo, como sentir alguma responsabilidade na saúde e bem estar dos outros para nos pormos em causa. Para perguntar "será que consigo?". Vou-me perguntar isto muitas vezes.
Para já, andei em frente. A cada dia, um pouco mais de fibra, de confiança, de desenvoltura, de erros a não repetir, de saber lidar com situações profissionais que nos deixam desconfortáveis. Baby steps... A cada dia, a dar mais valor à vida que tenho, à minha família, à pessoa que à noite está ao meu lado e não me deixa afundar, que me dá a mão e me dá forças para eu também, no dia a dia, dar a mão, de várias formas, a quem precisa.
Este é o meu caminho. It's a long, long road... Dia a dia, passo a passo.
the gods will offer you chances.
know them.
take them.
you can’t beat death but
you can beat death in life, sometimes.
and the more often you learn to do it,
the more light there will be.
"The Laughing Heart", Charles Bukowski*
* que conheci porque a M. teve a bondade de partilhar com o mundo no seu facebook.
O resto do dia promete ser mais calmo. Sem tudo feito a correr, sem tempo roubado ao tempo para conseguir encaixar tudo num só dia, sem horas roubadas ao sono nem sono a roubar rendimentos ao dia.
Hoje, finalmente, voltei a mim. Depois de uma longa jornada... Cá estou de novo.
É pesquisar no google uma palavra e a primeira entrada ser um link para o pdf do mesmíssimo documento que eu estou a ler... Escrito por alunos da minha fac.
Pronto, acabei de me inscrever para a vacina da gripe A... Sem certezas...
Tenho direito a ela porque, circulando diariamente nas enfermarias, pertenço ao desgraçadamente chamado "grupo de risco".
Se foi uma decisão ponderada? Hummm... Desequilibrada foi, com toda a certeza... Não consegui ter uma opinião firme da parte de ninguém. Não sei se faço pior em tomar a vacina, expondo-me assim aos riscos que supostamente estão a ela associados, de forma voluntária, ou em não tomar, já que ando no hospital 5 a 8h diariamente e depois apanhar o "bicho" e a coisa correr mal...
Não vou nas teorias da conspiração de vírus feito para vender vacinas, os efeitos secundários relatados acontecem em muitas outras, etc mas... Enfim... costuma dizer-se que onde há fumo, há fogo, certo? E pelo que me foi dito a própria FDA não a aprovou...